domingo, 12 de dezembro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
We will always have Paris
sábado, 11 de setembro de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
25 Abril Sempre!
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Woody Allen no seu melhor!

De volta à sua "Grande Maçã" (que nos deixa sempre água na boca e vontade lá regressar)Woody Allen volta também aos seus melhores argumentos para nos fazer pensar que na vida Tudo pode dar certo....
Interpretação soberba de Larry David no papel de um génio da física de mal com tudo na vida.
Com: Larry David, Evan Rachel Wood, Kristen Johnston, Patricia Clarkson, Michael McKean, Steve Antonucci e Ed Begley Jr.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Sida
aqueles que têm o nome e nos telefonam
um dia emagracem - partem
deixam-nos abandonados ao abandono
no interior duma dor inútil muda
e voraz
arquivamos o amor no abismo do tempo
e para lá da pele negra do desgosto
pressentimos vivo
o passageiro ardente das areias - o viajante
que irradia um cheiro a violetas nocturnas
acendemos então uma labareda nos dedos
acordamos trémulos confusos - a mão queimada
junto ao coração
e mais nada se move na centrifugação
dos segundos - tudo nos falta
nem a vida nem o que dela resta nos consola
a ausênia fulgura na aurora das manhãs
e com o rosto ainda sujo de sono ouvimos
o rumor do corpo a encher-se de mágua
assim guardamos as nuvens breves os gestos
os invernos o repouso a sonolência
o vento
arrastando para longe as imagens difusas
daqueles que amámos e não voltaram
a telefonar
Al Berto
um dia emagracem - partem
deixam-nos abandonados ao abandono
no interior duma dor inútil muda
e voraz
arquivamos o amor no abismo do tempo
e para lá da pele negra do desgosto
pressentimos vivo
o passageiro ardente das areias - o viajante
que irradia um cheiro a violetas nocturnas
acendemos então uma labareda nos dedos
acordamos trémulos confusos - a mão queimada
junto ao coração
e mais nada se move na centrifugação
dos segundos - tudo nos falta
nem a vida nem o que dela resta nos consola
a ausênia fulgura na aurora das manhãs
e com o rosto ainda sujo de sono ouvimos
o rumor do corpo a encher-se de mágua
assim guardamos as nuvens breves os gestos
os invernos o repouso a sonolência
o vento
arrastando para longe as imagens difusas
daqueles que amámos e não voltaram
a telefonar
Al Berto
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